domingo, 1 de março de 2009

Últimas criticas sobre o que rolou no BBB após os perfis abaixo

A gente vota tão bem que temos mensalão, anões, sanguessugas, dólar na cueca. A gente vota tão bem que tiramos Galego, Bia, Alê, Fernando, Ju e fomos deixando Marcelo, Gy, Thati. Por Muito tempo nenhum paredão deixou na casa a pessoa mais autêntica, sincera, honesta, divertida, etc, senão aquele entre Marcelo e Rafinha. Antes disso o único paredão realmente complicado foi ter que escolher entre os Rafaéis. Galego era muito gente boa, mas não era mala aberta e estava ficando mais a vontade com as pessoas, isto é mais natural do que o contrário. Figurássa, Bia escorregou um pouco, mas corrigiu e o fez para si mesma e não para a platéia, mais belo que saber é aprender. Thalita era o combustível que fazia a casa andar, o conflito do bem e mal dentro dela mesma contagiava tudo e todos, estava surtando entre ser justa e suas estratégias para ganhar o jogo. O marrentinho do bem, Fernando, foi um dos caras mais verdadeiros desta edição, sua maior qualidade foi seu maior inimigo (depois de Nat, é claro). Faça amor, faça a amizade, não faça a guerra: Marcos, deveria ser garoto propaganda do instituto "Sou da Paz". Felipe, era um garoto bom apesar do pouco carisma. , talvez melhor representante feminina em quase todos sentidos. Quem votou no Alê porque não gostava dele? Ninguém? Provavelmente o maior merecedor de todas as qualidades acima foi embora não por quem ele é e sim pela Jú e a Gy.

Dispensamos aqueles que podemos ver os defeitos porque são autênticos e deixamos aqueles que melhor representam. Saiam pessoas, fiquem atores. Vamos ver novela ao invés de Reality Show. Realidade nada, show muito. BBB é um programa interessante, mas os próximos terão cada vez mais candidatos aperfeiçoados com a nossa falta de percepção e teremos mais gente de plástico.
Achar que essa gente pode agir assim porque é “um jogo, vale milhão”. É acreditar também no jogo por bilhões no seu trabalho, nas empresas, na política e nas igrejas que afundam o Brasil em corrupção. Roberto