Rafinha como anjo começa clarear o paredão duplo fatídico para Marcelo, o centro das atenções do programa, a figura sombria que circula na penumbra, ouve atrás de portas, revira pertences alheios e conspira contra todos. O bom e auto intitulado ético doutor que precisou chamar a atenção sobre o pior de todos, seja verdade ou não, para desviar de si próprio a visão ingênua dos simples e, a visão condescendente dos desmoralizados. Marcelo ganha força em uma casa onde poucos se mostram legítimos. Mas quem limpa a sujeira do nariz quando observado por outros? Existe uma margem para se perdoar a falha das pessoas vigiadas e confinadas no BBB, mas é imperdoável aceitar que as práticas de Marcelo justifiquem a continuada dele no programa. Por pior que Thati, Gy, e Nat possam ser, não existe ninguém que supere Marcelo no uso da inteligência e da psicologia em detrimento dos outros e benefício próprio, em nenhuma edição do programa até hoje.
sábado, 8 de março de 2008
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